• Homem invade casa e agride ex-companheira mesmo com medida protetiva em Imperatriz

    Homem é preso após invadir casa e agredir ex-companheira em Imperatriz, mesmo com medida protetiva.
    Homem é preso após invadir casa e agredir ex-companheira em Imperatriz, mesmo com medida protetiva.

    Uma mulher foi vítima de agressão dentro da própria casa na manhã desta quarta-feira (11) no município de Imperatriz, no Maranhão. O suspeito, ex-companheiro da vítima, foi preso em flagrante após invadir o imóvel e descumprir uma medida protetiva que estava em vigor desde janeiro.

    A ocorrência foi registrada na Rua Paraíba, no bairro Santa Rita, e mobilizou equipes da Polícia Militar do Maranhão.

    Polícia ouviu pedidos de socorro durante rondas

    Segundo informações da polícia, uma equipe realizava rondas pela região quando ouviu gritos de socorro vindos de dentro da residência.

    Moradores da área também alertaram os policiais de que uma mulher estava sendo agredida no local.

    Ao se aproximarem do imóvel, os agentes perceberam que a porta da casa havia sido forçada, indicando que o suspeito invadiu o local.

    Diante da situação e do risco para a vítima, os policiais entraram na residência e encontraram o homem agredindo a mulher.

    Suspeito foi preso em flagrante

    O agressor foi detido ainda dentro da casa e conduzido para a Delegacia Regional de Imperatriz, onde foram realizados os procedimentos legais.

    De acordo com a polícia, além da agressão, o homem também descumpriu a medida protetiva que havia sido determinada pela Justiça para proteger a vítima.

    Esse tipo de violação é considerado crime e pode resultar em prisão imediata, conforme previsto na legislação brasileira.

    Caso segue sob investigação

    Após ser apresentado à autoridade policial, o suspeito permaneceu detido e segue à disposição da Justiça.

    O caso deve ser analisado pelas autoridades judiciais, que irão decidir sobre as medidas cabíveis contra o agressor.

    Situações de violência doméstica podem ser denunciadas por meio das autoridades policiais ou pelo telefone 180, canal nacional de apoio às vítimas.

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