
A escolha da médica oftalmologista Acácia Jordão para integrar a diretoria da Ordem Médica Brasileira (OMB) representa um marco importante em sua trajetória profissional e, ao mesmo tempo, um avanço para a medicina com visão integrativa no Brasil. A nomeação consolida um trabalho construído ao longo de quase 4 décadas, pautado pela ética, pela ciência e por uma visão ampliada do cuidado com o paciente.
Ao longo de 2025, a Dra. Acácia se destacou nacionalmente por sua atuação firme na defesa da medicina baseada em evidências, aliada a práticas integrativas reconhecidas. Esse posicionamento ganhou força com sua participação em debates, entrevistas, palestras e eventos científicos, nos quais sempre reforçou a importância de enxergar o paciente de forma integral — corpo, mente e qualidade de vida — sem abrir mão do rigor técnico da medicina.
A presença na diretoria da OMB também dialoga diretamente com outro movimento relevante do ano: o fortalecimento da Ordem Médica Brasileira como instituição que tem por objetivo primordial resgatar a importância da Medicina com a valorização do profissional médico e ampliar o debate sobre especialidades médicas, critérios legais, reconhecimento profissional e valorização do Registro de Qualificação de Especialista (RQE).
Além disso, a Dra. Acácia é uma voz ativa na construção de pontes entre especialidades tradicionais, como a oftalmologia, e abordagens integrativas que já fazem parte da realidade de milhares de pacientes.
Essa trajetória ganhou ainda mais visibilidade com a atuação da médica em iniciativas de grande alcance, como o Conbraim — Congresso Brasileiro e Internacional Multidisciplinar — e parcerias estratégicas com profissionais e instituições que compartilham a mesma visão de saúde moderna, responsável e centrada no ser humano.
Todo esse conjunto de ações ajudou a pavimentar o caminho que culminou no convite para compor a diretoria da OMB.
Mais do que um reconhecimento individual, a presença da Dra. Acácia Jordão na cúpula da Ordem Médica Brasileira reforça o protagonismo do Maranhão no debate nacional sobre saúde e medicina. Também sinaliza que a medicina integrativa, quando praticada com seriedade, formação adequada e respaldo científico, tem espaço legítimo nas instâncias mais relevantes da representação médica no país.
Um ciclo que amplia responsabilidades, fortalece o diálogo institucional e projeta, para 2026, novas oportunidades de contribuir com a construção de uma medicina mais ética, plural e alinhada às reais necessidades da população brasileira.
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