
Uma mala contendo 78 bananas de dinamite e uma granada foi encontrada por trabalhadores na manhã desta quinta-feira (5) em uma área rural entre Vitória do Mearim e Viana, no Maranhão. O material, que foi descoberto às margens da MA-014, estava escondido em meio ao mato e foi apreendido com o apoio da Polícia Civil, da Seic e do BOPE.
Descoberta de explosivos no interior do Maranhão
O conteúdo explosivo estava dentro de uma mala coberta por lona e foi encontrado a cerca de 10 metros da rodovia, aproximadamente cinco quilômetros do centro de Vitória do Mearim. A mala, segundo as autoridades, parecia estar no local há algum tempo, uma vez que a vegetação começava a cobrir o material.
A descoberta gerou grande preocupação devido ao risco potencial que os explosivos representavam. Diante disso, as equipes da Delegacia de Vitória do Mearim rapidamente montaram uma operação para garantir a segurança da área e solicitaram reforço especializado para o manuseio do material.
Explosivos de origem ilícita
O tipo de explosivo encontrado, o qual é fabricado principalmente para uso na mineração, é usado para facilitar escavações em terrenos rochosos. No entanto, a polícia suspeita que o material tenha sido desviado por quadrilhas criminosas especializadas em ataques a bancos. Este tipo de dinamite é frequentemente usado em explosões para romper cofres e caixas eletrônicos, provocando danos consideráveis e, muitas vezes, destruindo agências inteiras.
Apreensão e investigação em andamento
A mala com os explosivos e a granada foi cuidadosamente transportada para o pátio da delegacia de Vitória do Mearim e aguarda a chegada de equipes da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Essas unidades especializadas foram chamadas para o manuseio dos artefatos de alto risco, dada a sua natureza perigosa.
Além das 78 bananas de dinamite, a granada encontrada reforça a suspeita de que o material seja de origem ilegal, ampliando a possibilidade de que a carga tenha sido destinada a atividades criminosas. O material foi encaminhado para o Instituto de Criminalística, em São Luís, para passar por análises mais detalhadas.
As investigações continuam em andamento com o objetivo de esclarecer a origem do material, quem está por trás da ação e o real objetivo da posse dos explosivos.
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