• Foragido por homicídio há 25 anos é preso no Maranhão

    Foragido por homicídio cometido em 2000, em Arari, é preso após 25 anos em Santa Inês, no Maranhão.
    Foragido por homicídio cometido em 2000, em Arari, é preso após 25 anos em Santa Inês, no Maranhão.

    Um homem acusado de matar Silvino Sousa no ano 2000 foi preso na manhã de quinta-feira (26), após passar 25 anos foragido da Justiça no Maranhão. A captura ocorreu no município de Santa Inês.

    O crime aconteceu no povoado Capim-Açu, zona rural de Arari, e teve como vítima Silvino Sousa, que foi atingido por diversos golpes de arma branca no quintal da casa do suspeito.

    Crime aconteceu em setembro de 2000

    De acordo com informações do 1º Distrito Policial de Santa Inês, o homicídio foi registrado na noite de 5 de setembro de 2000.

    A vítima sofreu múltiplas lesões graves causadas por golpes de arma branca. Após o ataque, Silvino Sousa foi socorrido inicialmente para o hospital de Arari e, devido à gravidade do quadro, transferido para São Luís.

    Vítima morreu após dias internada

    Silvino permaneceu internado por vários dias na capital maranhense, mas não resistiu às complicações decorrentes dos ferimentos.

    O exame cadavérico apontou como causa da morte septicemia resultante de ferida corto-contusa na região do crânio.

    A partir do registro do óbito, foi instaurado inquérito policial. As investigações da época resultaram na identificação do suspeito e na comprovação da materialidade delitiva.

    Mandado de prisão preventiva foi cumprido em Santa Inês

    Após informações de que o investigado estaria residindo em Santa Inês, equipes do 1º Distrito Policial realizaram diligências para localizar o acusado.

    A operação resultou no cumprimento do mandado de prisão preventiva contra o foragido por homicídio.

    Ele foi conduzido à Delegacia Regional de Santa Inês, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.

    Prisão reforça combate à impunidade

    A prisão após 25 anos reforça a atuação das forças de segurança no cumprimento de mandados antigos e no enfrentamento à impunidade.

    Casos de homicídio não prescrevem antes do prazo legal previsto, especialmente quando há mandado de prisão em aberto, permitindo que o investigado seja capturado mesmo décadas após o crime.

    A Polícia Civil não informou se o suspeito apresentou defesa preliminar ou se será encaminhado ao sistema prisional imediatamente.

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