• Forte chuva deixa áreas alagadas na Grande Ilha

    A forte chuva que atingiu a Grande São Luís na tarde desta quarta-feira (6) provocou uma série de transtornos em diversos pontos da região metropolitana. Ruas alagadas, veículos ilhados e até áreas completamente intransitáveis marcaram o cenário registrado por moradores.

    Vídeos compartilhados nas redes sociais e grupos de aplicativo de mensagem, mostram o alto nível da água em várias vias. Em algumas imagens, a água cobriu grande parte das pistas, dificultando a passagem de veículos, enquanto em outros registros já invade calçadas e ameaça residências e comércios.

    Entre os pontos mais afetados estão a Avenida São Luís Rei de França, no bairro Turu; a Avenida Lourenço Vieira da Silva, no São Cristóvão; a Avenida Guajajaras, no Jardim São Cristóvão; além da MA-201, conhecida como Estrada de Ribamar. Também foram registrados alagamentos em bairros como Cidade Operária, Cidade Olímpica, em São Luís, e Tijupá Queimado, em São José de Ribamar.

    Um dos casos que mais chamou atenção aconteceu na principal rua do bairro Tijupá Queimado, em São José de Ribamar. Um carro acabou caindo em uma vala encoberta pela água acumulada, ficando preso no local. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde do motorista.

    Na MA-201 (conhecida como Estrada de Ribamar), que liga São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar, a situação também foi crítica. A água invadiu residências e estabelecimentos comerciais, além de impedir completamente a circulação de veículos e pedestres em alguns trechos.

    Na região central da capital, a Avenida Magalhães de Almeida, nas proximidades do Mercado Central, voltou a registrar alagamentos, um problema recorrente todos os anos durante o período chuvoso.

    Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, um comerciante ironizou a situação ao apelidar o local de “Rio Magalhães”. As imagens mostram carros quase submersos e pontos comerciais invadidos pela água.

    O grande volume de água também causou congestionamentos nas principais avenidas da cidade. Galerias transbordaram e veículos, incluindo ônibus, ficaram presos sem conseguir seguir viagem.

    Na Avenida Principal da Cidade Operária, por exemplo, a via praticamente desapareceu em meio ao alagamento. Em alguns pontos, o nível da água chegou à altura das janelas das casas, aumentando o risco para moradores.

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