
O Sampaio Corrêa oficializou o retorno de Francisco Diá para a sequência da temporada 2026. Campeão maranhense em 2017 e responsável pelo acesso à Série C naquele ano, o treinador potiguar reassume o comando da Bolívia Querida após a saída de Luciano Quadros.
A decisão da diretoria ocorre em meio a um momento delicado, marcado pela eliminação nas semifinais do Campeonato Maranhense e pela necessidade urgente de reorganização técnica e emocional do elenco.
Um nome que carrega história e acesso
A volta de Francisco Diá ao Sampaio Corrêa não é apenas uma troca de comando. É um movimento estratégico que resgata um período vitorioso da história recente do clube.
Em 2017, Diá conduziu o Tricolor a:
- 35 partidas disputadas
- 14 vitórias
- Título do Campeonato Maranhense
- Acesso à Série C do Campeonato Brasileiro
No ano seguinte, voltou a comandar a equipe em 20 jogos, acumulando sete triunfos antes de deixar o cargo.
Agora, oito anos depois, retorna com a missão de reconstruir confiança e competitividade.
Momento de reconstrução
O elenco tricolor se reapresenta na próxima segunda-feira (23), no CT José Carlos Macieira, onde Diá deve iniciar imediatamente os trabalhos. A expectativa é que o treinador desembarque em São Luís ainda esta semana para dar início ao planejamento.
O cenário exige respostas rápidas. A torcida cobra desempenho, organização tática e, sobretudo, identidade dentro de campo — algo que marcou a primeira passagem do técnico.
Experiência acumulada
Antes de acertar o retorno à Bolívia Querida, Francisco Diá atuava no futebol do Piauí, inicialmente como coordenador técnico e depois como treinador.
Ao longo da carreira, acumulou passagens por clubes tradicionais como:
- Campinense
- ABC
- Ferroviário
- Botafogo-PB
No Maranhão, no entanto, sua história está diretamente ligada ao Sampaio Corrêa — único clube do estado que comandou.
Diretoria aposta em identidade vencedora
O presidente Sérgio Frota destacou a confiança no retorno do treinador.
Segundo ele, Diá chega respaldado por conquistas e identificação com o clube, fatores considerados essenciais neste momento de instabilidade.
A aposta é clara: recuperar a essência competitiva que marcou a campanha de 2017 e reorganizar o grupo para os desafios da temporada.
Pressão e expectativa
O retorno de Francisco Diá também carrega pressão. Parte da torcida vê na escolha uma tentativa de “voltar ao passado” para encontrar soluções. Outros enxergam a decisão como pragmática, baseada em resultados concretos já entregues.
A pergunta que ecoa nos bastidores é direta: Diá conseguirá repetir o sucesso de oito anos atrás em um contexto técnico e competitivo muito diferente?
O futebol maranhense mudou, o elenco mudou, o cenário nacional mudou. Mas a camisa continua a mesma — pesada, tradicional e exigente.
O que esperar da nova fase?
Nos próximos dias, a comissão técnica deve avaliar o elenco e identificar possíveis ajustes. Mudanças táticas e reestruturação do sistema defensivo são esperadas, além de possíveis reforços.
A missão é clara: devolver protagonismo ao Sampaio Corrêa e recolocar a equipe nos trilhos ainda em 2026.
A torcida tricolor, acostumada a momentos de superação, volta a depositar esperança em um nome que já provou ser capaz de transformar pressão em conquista.
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