
A Justiça determinou a internação provisória, por 45 dias, da adolescente de 15 anos suspeita de envolvimento na morte da bebê Ellen Sofia, de dois anos, no município de Penalva.
A decisão atendeu a pedido do Ministério Público do Maranhão (MP-MA) e foi expedida enquanto as investigações seguem em andamento. A adolescente já se encontra internada em unidade específica na capital, São Luís.
Caso segue sob investigação
A bebê Ellen Sofia foi encontrada sem vida na tarde da última quinta-feira (26). A adolescente, que cuidava da criança, foi apreendida sob suspeita de ato infracional análogo a homicídio.
O laudo cadavérico deverá esclarecer a causa da morte. A declaração de óbito aponta asfixia, mas a perícia ainda vai confirmar se houve ação intencional ou outra circunstância relacionada ao caso.
A investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil do Maranhão.
Outra criança também foi alvo de investigação
Segundo informações policiais, além da morte da bebê, a adolescente foi autuada por ato infracional análogo à tentativa de homicídio contra a irmã mais velha da vítima, que apresentava marcas de ferimentos no pescoço.
As circunstâncias do ocorrido ainda estão sendo apuradas.
Dinâmica inicial do caso
Moradores relataram que as duas crianças costumavam permanecer sob os cuidados de babás durante o dia, enquanto os pais trabalhavam. Uma cuidadora ficava no período da manhã e outra no turno da tarde.
Foi a babá que assumiria no período da tarde quem encontrou a bebê já sem sinais vitais na residência.
Em depoimento preliminar, a adolescente apreendida teria relatado que um homem invadiu o imóvel. A versão também está sendo investigada pelas autoridades.
Manifestação da Secretaria de Segurança
O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, se manifestou sobre o caso por meio de rede social, informando que a adolescente foi autuada por ato infracional análogo a homicídio e tentativa de homicídio.
A internação provisória tem prazo máximo de 45 dias, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e serve para garantir a continuidade da apuração.
O caso segue em investigação.
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