
Um mototaxista foi preso na noite de terça-feira (24), em São Luís, suspeito de atuar como entregador em um esquema de tráfico de drogas que funcionaria no modelo “delivery”, atendendo principalmente a região do Anil. A ação foi coordenada pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc).
Além do mototaxista, outras duas pessoas foram presas sob suspeita de participação no mesmo grupo criminoso.
Investigação começou com denúncia anônima
De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início após uma denúncia anônima indicar que o mototaxista estaria utilizando a atividade profissional como fachada para distribuir entorpecentes em diferentes bairros da capital.
A partir da informação, equipes da Senarc passaram a monitorar os passos do suspeito. Na noite da prisão, ele foi localizado no bairro São Francisco, deslocando-se em direção ao Anil com uma mochila nas costas.
Os policiais acompanharam o trajeto até uma residência na Vila Bruna, onde, segundo a apuração, ocorreria a entrega da droga.
Abordagem e apreensões
Durante a abordagem, os agentes encontraram, na mochila do mototaxista, diferentes tipos de entorpecentes e materiais utilizados no tráfico, incluindo maconha, comprimidos de ecstasy, cogumelos alucinógenos e uma balança de precisão.
No interior do imóvel, que pertenceria a um dos comparsas, foram apreendidos tabletes de maconha, porções fracionadas da droga, haxixe, skunk, envelopes contendo cogumelos alucinógenos, além de balanças de precisão e materiais para embalo dos entorpecentes.
Também foram recolhidos três simulacros de arma de fogo, duas motocicletas de locadora supostamente utilizadas nas entregas e uma caminhonete Mitsubishi L200.
Prisão em flagrante e encaminhamento
Os três suspeitos foram conduzidos à sede da Senarc, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Após os procedimentos legais, eles foram encaminhados à Central de Custódia, onde permanecem à disposição da Justiça.
A Polícia Civil informou ainda que a população pode colaborar com investigações por meio de denúncias anônimas, encaminhadas ao WhatsApp da Senarc. O sigilo das informações é garantido.
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