
Na manhã desta quarta-feira (18), a Polícia Militar do Maranhão prendeu um homem suspeito de agredir fisicamente uma mulher na Ponte da Trizidela, em Coroatá, município localizado a cerca de 250 km de São Luís. A violência foi registrada por populares que passavam pelo local e filmaram o momento da agressão, que rapidamente se espalhou nas redes sociais.
Nas imagens, é possível ver a vítima caída no chão, gritando por ajuda enquanto o agressor a segura pelos cabelos. A filmagem foi enviada à Delegacia de Polícia de Coroatá, o que levou a Polícia Civil a iniciar as investigações. O material visual desempenhou um papel crucial na identificação do suspeito.
Prisão do suspeito e confessamento do crime
De acordo com informações da Polícia Militar, o suspeito foi localizado em sua residência e preso em flagrante. Ele confessou o crime no momento da abordagem policial. O nome do agressor não foi divulgado pela polícia.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para socorrer a vítima, que apresentava ferimentos graves. Ela foi encaminhada a uma unidade de saúde em Coroatá, onde segue internada sob cuidados médicos.
Investigações e possibilidade de feminicídio
A Polícia Civil está tratando o caso como tentativa de feminicídio. A violência doméstica contra a mulher continua sendo um problema grave em todo o Brasil, e a ocorrência em Coroatá segue gerando indignação na população local. As investigações estão em andamento, e o agressor será levado à Justiça para responder pelas suas ações.
O caso reflete o crescente número de episódios de violência contra mulheres, muitas vezes captados por câmeras de segurança ou por testemunhas que ajudam na identificação dos criminosos. O apoio das autoridades de segurança tem sido fundamental para a prisão de agressores e para garantir que as vítimas recebam o atendimento necessário.
Ações e conscientização sobre violência doméstica
O caso também reacende a discussão sobre a importância da conscientização e do combate à violência doméstica. O Maranhão, assim como outros estados do Brasil, tem implementado políticas públicas focadas na proteção das mulheres e no combate à impunidade de agressões como essa. Além disso, movimentos sociais e ativistas seguem pressionando por medidas mais eficazes de prevenção e atendimento às vítimas.
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