• Homem é preso após agredir mulher com filho no colo em Codó e descumprir medida protetiva

    Homem é preso após agredir mulher com filho no colo em Codó, no Maranhão.
    Homem é preso após agredir mulher com filho no colo em Codó, no Maranhão.

    CODÓ – Um caso de violência doméstica chocou moradores após um homem ser preso por agredir a própria companheira enquanto ela segurava o filho no colo, no município de Codó, no interior do Maranhão.

    A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia Especial da Mulher, nesta terça-feira (17).

    Agressão aconteceu na frente de populares

    De acordo com as investigações, o crime ocorreu no dia 28 de fevereiro, no bairro Codó Novo.

    O suspeito teria:

    • puxado a vítima pelos braços e cabelos
    • tentado forçá-la a subir em uma motocicleta
    • colocado em risco a vida da mulher e da criança

    A cena gerou revolta e mobilizou pessoas que estavam no local.

    Populares intervieram para salvar a criança

    Durante a agressão, moradores conseguiram agir rapidamente e retiraram o bebê dos braços da mãe.

    Mesmo assim, o agressor ainda tomou a criança e deixou o local.

    Posteriormente, o bebê foi recuperado e devolvido à mãe, sem ferimentos.

    Suspeito descumpriu medida protetiva

    As investigações apontaram que o homem já estava proibido de se aproximar da vítima.

    Mesmo assim, ele voltou a procurá-la, descumprindo a ordem judicial.

    Diante dos fatos, a Justiça decretou a prisão preventiva.

    Crimes incluem violência, perseguição e desobediência

    O investigado deve responder por:

    • lesão corporal
    • perseguição (stalking)
    • descumprimento de medida protetiva

    Após ser preso, ele foi encaminhado para a unidade prisional da cidade, onde permanece à disposição da Justiça.

    Caso reforça alerta sobre violência doméstica

    O episódio chama atenção para os riscos da violência doméstica, especialmente quando envolve crianças.

    A Polícia Civil reforça a importância de denúncias e do cumprimento rigoroso das medidas protetivas.

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