• Acesso a São Luís é afetado: ponte dos Mosquitos tem interdição parcial e trânsito entra em alerta

    Motoristas que trafegam pela BR-135, principal acesso à capital maranhense, precisam redobrar a atenção. A Ponte do Estreito dos Mosquitos, em São Luís, passou a operar com interdição parcial a partir desta terça-feira (14), impactando diretamente o fluxo de veículos na entrada da cidade.

    A medida foi adotada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes após monitoramento técnico identificar alterações na estrutura da ponte. Segundo o órgão, a ação é preventiva e tem como objetivo evitar riscos maiores e garantir a segurança de quem utiliza o trecho diariamente.

    Com a interdição, o tráfego no sentido de entrada da capital — conhecido como sentido decrescente — foi totalmente suspenso inicialmente. Os veículos estão sendo desviados para a pista contrária, no sentido de saída de São Luís, que agora funciona em sistema de mão dupla.

    A mudança já provoca reflexos no trânsito, principalmente nos horários de maior fluxo. A expectativa é de congestionamentos nos períodos de pico, especialmente no início da manhã e no fim da tarde, quando há maior circulação de trabalhadores, transporte coletivo e veículos de carga.

    De acordo com o DNIT, a decisão foi tomada após a identificação de aberturas e separações em partes da estrutura da ponte. Apesar disso, o órgão reforça que, até o momento, não há risco imediato de colapso, mas os reparos são necessários para evitar agravamento do problema.

    Construída na década de 1970, a ponte é considerada estratégica para a mobilidade urbana da Grande São Luís. Diariamente, o local recebe um grande volume de veículos, incluindo carros de passeio, vans, ônibus e caminhões pesados, sendo praticamente o principal corredor de entrada e saída da ilha.

    Sem prazo definido para a conclusão das obras, a recomendação é que motoristas planejem melhor seus deslocamentos, busquem rotas alternativas quando possível e redobrem os cuidados ao trafegar pelo trecho, que agora opera com fluxo reduzido e maior risco de retenções.

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