• Professor de karatê é preso suspeito de estupro de vulnerável em São Luís

    Investigado por estupro de vulnerável foi preso pela Polícia Civil em São Luís após mandado expedido pela Justiça.
    Investigado por estupro de vulnerável foi preso pela Polícia Civil em São Luís após mandado expedido pela Justiça.

    A Polícia Civil do Maranhão prendeu, na tarde desta terça-feira (19), em São Luís, um homem de 83 anos investigado pelo crime de estupro de vulnerável. Segundo as investigações, o suspeito atuava como professor de karatê e teria abusado sexualmente de uma criança durante vários anos.

    De acordo com a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), a denúncia foi apresentada no fim de 2025 pela irmã da vítima, que procurou as autoridades para relatar os abusos.

    As investigações apontam que os crimes teriam ocorrido quando a vítima tinha entre 9 e 11 anos de idade.

    Vítima relatou abusos durante escuta especializada

    Ainda segundo a Polícia Civil, durante as escutas especializadas realizadas pela equipe da DPCA, a vítima revelou que sofria abusos por meio de toques e atos libidinosos praticados pelo investigado.

    Os relatos reunidos ao longo da investigação reforçaram os indícios contra o suspeito e levaram a Justiça a decretar a prisão preventiva do homem.

    Suspeito foi preso ao comparecer à delegacia

    A prisão aconteceu quando o investigado compareceu à sede da DPCA acreditando que seria ouvido apenas para prestar esclarecimentos sobre o caso.

    No entanto, os policiais civis já estavam com o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça e efetuaram a captura no local.

    Após os procedimentos legais, o suspeito foi encaminhado para a Central de Custódia de São Luís, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

    Caso segue sob investigação

    A Polícia Civil informou que o caso continua sendo acompanhado pelas autoridades competentes e novas diligências poderão ser realizadas durante o andamento das investigações.

    O nome do investigado não foi divulgado oficialmente pelas autoridades policiais.

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