• Segundo suspeito presta depoimento sobre assassinato de jovem no Tibiri, em São Luís

    Homem foi ouvido pela SHPP durante as investigações sobre a morte de Jefter da Silva Pereira, assassinado no bairro Tibiri, em São Luís.
    Homem foi ouvido pela SHPP durante as investigações sobre a morte de Jefter da Silva Pereira, assassinado no bairro Tibiri, em São Luís.

    As investigações sobre a morte de Jefter da Silva Pereira avançaram com o depoimento de um segundo homem apontado como suspeito de envolvimento no crime. Ele foi levado neste domingo (28) à Superintendência Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP), em São Luís, para prestar esclarecimentos.

    De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), o homem foi apresentado por equipes do Grupo Tático Móvel (GTM), do 43º Batalhão da Polícia Militar, após ter o nome citado durante os depoimentos colhidos no decorrer das investigações.

    A SSP informou que ele foi ouvido apenas na condição de testemunha. Não houve prisão nem autuação em flagrante.

    Esse é o segundo investigado identificado no caso. No último dia 23, um adolescente de 16 anos foi apreendido por suspeita de participação no ataque que terminou com a morte de Jefter e deixou outras duas pessoas feridas.

    Segundo o comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Diogenes, as buscas pelos envolvidos foram intensificadas logo após o crime. A operação contou com o apoio de equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), que atuaram na identificação e localização dos suspeitos.

    Relembre o caso

    Jefter da Silva Pereira foi assassinado na noite de 19 de junho enquanto assistia ao jogo da Seleção Brasileira ao lado de familiares e amigos, em uma residência na região do Rio do Meio, no bairro Tibiri, zona rural de São Luís.

    Segundo a investigação, criminosos armados saíram de uma área de mata localizada nos fundos da casa e efetuaram diversos disparos contra o grupo que participava da confraternização. Jefter foi atingido, chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. Outras duas pessoas também ficaram feridas e sobreviveram.

    Ainda conforme as investigações, um dos participantes do ataque, conhecido pelo apelido de “Loirinho”, também morreu no mesmo dia. A suspeita é de que ele tenha sido atingido acidentalmente por um disparo efetuado por um dos próprios comparsas durante a ação. Mesmo ferido, conseguiu fugir para uma área de mata, onde foi encontrado por integrantes de uma facção rival. O corpo dele foi localizado posteriormente e apresentava sinais de ter sido incendiado.

    A Polícia Civil informou que o inquérito continua em andamento. O objetivo é esclarecer toda a dinâmica do crime, identificar os demais envolvidos e responsabilizar os autores do homicídio.

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